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    <dcterms:creator><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro]]></dcterms:creator>
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    <dcterms:publisher><![CDATA[Facsímile disponibilizado na Revista Estudos Políticos]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1960 (original), 2013 (facsímile)]]></dcterms:date>
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    <dcterms:relation><![CDATA[Resenha de MAIA, João Marcelo Ehlert. Projeto, democracia e nacionalismo em Álvaro Vieira Pinto: Comentários sobre “Ideologia e desenvolvimento nacional”. In. Revista Estudos Políticos, 2013. http://revistaestudospoliticos.com/wp-content/uploads/2013/10/6p330-336.pdf]]></dcterms:relation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração da dialética entre conhecer e agir no conceito de &#039;estar no mundo&#039; de Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:title>
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    <dcterms:description><![CDATA[Ilustração do modelo da relação entre ser humano e realidade, apresentando a relação dialética entre conhecer e agir na compreensão do &#039;estar no mundo&#039; do filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto.<br />
<br />
Desenvolvido em pesquisa de iniciação científica pelo PIBITI da PUCPR (Curitiba), com bolsa de estudos proveniente da Fundação Araucária.]]></dcterms:description>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[<p>GONZATTO, Rodrigo Freese; MERKLE, Luiz Ernesto (Orientador). Design de Interação e a amanualidade em Álvaro Vieira Pinto. 196 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia e Sociedade) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, 2014. VIEIRA PINTO,</p>
<p>Álvaro. Consciência e Realidade Nacional. Rio de Janeiro: ISEB, 1960. 2 v.</p>]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração do busto de Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:title>
    <dcterms:alternative><![CDATA[Busto de Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:alternative>
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    <dcterms:description><![CDATA[Ilustração do busto do filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto. Estilo de ilustração: vetorial (flat design). <br />
<br />
Desenvolvido em pesquisa de iniciação científica pelo PIBITI da PUCPR (Curitiba), com bolsa de estudos proveniente da Fundação Araucária.]]></dcterms:description>
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    <dcterms:relation><![CDATA[A ilustração teve como base uma interpretação livre da foto de Álvaro Vieira Pinto na composição da capa do livro &quot;O Conceito de Tecnologia&quot; (2005).]]></dcterms:relation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração do conceito de Amanualidade em Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:title>
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    <dcterms:description><![CDATA[Ilustração apresentando algumas das questões relativas ao conceito de Amanualidade segundo o filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto.<br />
<br />
Desenvolvido em pesquisa de iniciação científica pelo PIBITI da PUCPR (Curitiba), com bolsa de estudos proveniente da Fundação Araucária.]]></dcterms:description>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[<p>GONZATTO, Rodrigo Freese; MERKLE, Luiz Ernesto (Orientador). Design de Interação e a amanualidade em Álvaro Vieira Pinto. 196 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia e Sociedade) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, 2014.</p>
<p>VIEIRA PINTO, Álvaro. Consciência e Realidade Nacional. Rio de Janeiro: ISEB, 1960. 2 v.</p>]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração do conceito de Amanualidade em Heidegger]]></dcterms:title>
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    <dcterms:description><![CDATA[A ilustração apresenta algumas das questões relativas ao conceito de Amanualidade segundo o filósofo alemão Heidegger.<br />
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Desenvolvido em pesquisa de iniciação científica pelo PIBITI da PUCPR (Curitiba), com bolsa de estudos proveniente da Fundação Araucária.]]></dcterms:description>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[<p>GONZATTO, Rodrigo Freese; MERKLE, Luiz Ernesto (Orientador). Design de Interação e a amanualidade em Álvaro Vieira Pinto. 196 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia e Sociedade) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, 2014.</p>
<p>WINOGRAD, Terry; FLORES, Fernando. Understanding Computers and Cognition: A New Foundation for Design. Norwood, NJ: Ablex, 1987.</p>]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração estilizada de Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:title>
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    <dcterms:dateCopyrighted><![CDATA[25/02/2018]]></dcterms:dateCopyrighted>
    <dcterms:contributor><![CDATA[Norma Côrtes, Luiz Ernesto Merkle e Rodrigo Freese Gonzatto.]]></dcterms:contributor>
    <dcterms:rights><![CDATA[Desenvolvimento por Alexandre do Nascimento]]></dcterms:rights>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração: 95% dos estudantes com dislexia não recebem acompanhamento adequado]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Dislexia]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Ilustração apresentando a informação de que 95% dos estudantes com dislexia não recebem acompanhamento adequado]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Ana Carolina G. S. Lazzarotto]]></dcterms:creator>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Rodrigo Freese Gonzatto (orientador do TCC de Ana Carolina G. S. Lazzarotto)]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[2018]]></dcterms:date>
    <dcterms:created><![CDATA[2018]]></dcterms:created>
    <dcterms:contributor><![CDATA[Ana Carolina G. S. Lazzarotto e Rodrigo Freese Gonzatto]]></dcterms:contributor>
    <dcterms:rights><![CDATA[Autoria de Ana Carolina G. S. Lazzarotto. Licença Creative Commons Atribuição (CC-BY).]]></dcterms:rights>
    <dcterms:license><![CDATA[Licença Creative Commons Atribuição (CC-BY)]]></dcterms:license>
    <dcterms:format><![CDATA[Formato Digital. O REA encontra-se disponibilizado nos formatos de visualização PNG e JPG e nos formatos de edição AFDESIGN (formato fechado) e SVG (formato aberto), para oferecer múltiplas formas de uso, seja para disponibilização, aplicação ou remix.]]></dcterms:format>
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    <dcterms:type><![CDATA[Recurso Educacional Aberto]]></dcterms:type>
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    <dcterms:title><![CDATA[Imagem de jacaré para jogo em Scratch]]></dcterms:title>
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    <dcterms:title><![CDATA[Imagem de tartaruga para jogo em Scratch]]></dcterms:title>
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    <dcterms:title><![CDATA[Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Subdesenvolvimento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[&quot;O conceito de subdesenvolvimento não encontrou ainda quem lhe tivesse dado a exata e completa definição porque, a nosso ver, não foi ainda estabelecida em têrmos rigorosos, e decidida, a questão prévia da via metodológica a trilhar para alcançá-la. É a êste aspecto do problema que desejamos dedicar as considerações que se seguem. O subdesenvolvimento dos povos que constüuem cêrca de quatro quintos da população da Terra sàmente se tornou objeto de análise quando, no curso do processo histórico comandado pela parte desenvolvida da humanidade, vivendo as etapas altas do regime capitalista, e uma fração importante tendo já atingido a fase máxima, imperialista, as áreas atrasadas conseguiram o suficiente suporte objetivo para adquirirem a consciência de sua situação. Só então começaram a sentir-se subdesenvolvidas, só então apresentaram a si próprias sua realidade como problema a exigir explicação e resposta. Não é preciso insistir em que as condições originadoras do surgimento dessa consciência de si dos povos atrasados foram determinadas pelo incremento da exploração de que eram vítimas por parte das nações capitalistas prósperas, especialmente aquelas que se encontravam no apogeu do poder imperialista. Como conseqüência das novas modalidades da espoliação que sofrem, os povos pobres emergem do torpor milenar e da servidão aparentemente natural, e começam a indagar das causas de sua pobreza e da espécie de relações a que se acham submetidos, na trama do processo econômico mundial. Qnando tal se. dá, por efeito de contraste, as nações periféricas e devastadas pelo imperialismo, passam a se conceber a si próprias como subdesenvolvidas e, inevitàvelmente, a buscar a explicação dêsse estado. Apresenta-se, desde então, o problema de conceituar o subdesenvolvimento, enfeixando na definição exata a essência dessa realidade objetiva, que constitui o modo de existência próprio de grande número de nações atuais, de tal maneira que nessa definição se contenham os incontáveis aspectos e facetas, naturais e sociais, do subdesenvolvimento.&quot;]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:creator>
    <dcterms:source><![CDATA[Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol.  III, nº 2 , jul., 1963, pp. 252–279. ]]></dcterms:source>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais (Belo Horizonte, Brasil)]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1963]]></dcterms:date>
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    <dcterms:language><![CDATA[Português (Brasileiro)]]></dcterms:language>
    <dcterms:type><![CDATA[Artigo]]></dcterms:type>
    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <em>Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento.</em> In: <strong>Revista Brasileira de Ciências Sociais III</strong>, nº 2, jul. 1963. pp. 252–279.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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