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    <dcterms:title><![CDATA[Ciência e Tecnologia: textos de Michael Polanyi]]></dcterms:title>
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    <dcterms:creator><![CDATA[POLANYI, Michel]]></dcterms:creator>
    <dcterms:source><![CDATA[MIT Portugal  IN+ Inovatec]]></dcterms:source>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Eduardo Beira]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[outubro 2013]]></dcterms:date>
    <dcterms:rights><![CDATA[Esta tradução é licenciada sob Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Proibição de realização de Obras Derivadas 3.0 Unported License. Para mais<br />
detalhes, ver www.creative commons.org]]></dcterms:rights>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ideologia e Desenvolvimento Nacional]]></dcterms:title>
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    <dcterms:description><![CDATA[Português]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro]]></dcterms:creator>
    <dcterms:source><![CDATA[Instituto Superior de Estudos Brasileiros]]></dcterms:source>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Facsímile disponibilizado na Revista Estudos Políticos]]></dcterms:publisher>
    <dcterms:date><![CDATA[1960 (original), 2013 (facsímile)]]></dcterms:date>
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    <dcterms:relation><![CDATA[Resenha de MAIA, João Marcelo Ehlert. Projeto, democracia e nacionalismo em Álvaro Vieira Pinto: Comentários sobre “Ideologia e desenvolvimento nacional”. In. Revista Estudos Políticos, 2013. http://revistaestudospoliticos.com/wp-content/uploads/2013/10/6p330-336.pdf]]></dcterms:relation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Subdesenvolvimento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[&quot;O conceito de subdesenvolvimento não encontrou ainda quem lhe tivesse dado a exata e completa definição porque, a nosso ver, não foi ainda estabelecida em têrmos rigorosos, e decidida, a questão prévia da via metodológica a trilhar para alcançá-la. É a êste aspecto do problema que desejamos dedicar as considerações que se seguem. O subdesenvolvimento dos povos que constüuem cêrca de quatro quintos da população da Terra sàmente se tornou objeto de análise quando, no curso do processo histórico comandado pela parte desenvolvida da humanidade, vivendo as etapas altas do regime capitalista, e uma fração importante tendo já atingido a fase máxima, imperialista, as áreas atrasadas conseguiram o suficiente suporte objetivo para adquirirem a consciência de sua situação. Só então começaram a sentir-se subdesenvolvidas, só então apresentaram a si próprias sua realidade como problema a exigir explicação e resposta. Não é preciso insistir em que as condições originadoras do surgimento dessa consciência de si dos povos atrasados foram determinadas pelo incremento da exploração de que eram vítimas por parte das nações capitalistas prósperas, especialmente aquelas que se encontravam no apogeu do poder imperialista. Como conseqüência das novas modalidades da espoliação que sofrem, os povos pobres emergem do torpor milenar e da servidão aparentemente natural, e começam a indagar das causas de sua pobreza e da espécie de relações a que se acham submetidos, na trama do processo econômico mundial. Qnando tal se. dá, por efeito de contraste, as nações periféricas e devastadas pelo imperialismo, passam a se conceber a si próprias como subdesenvolvidas e, inevitàvelmente, a buscar a explicação dêsse estado. Apresenta-se, desde então, o problema de conceituar o subdesenvolvimento, enfeixando na definição exata a essência dessa realidade objetiva, que constitui o modo de existência próprio de grande número de nações atuais, de tal maneira que nessa definição se contenham os incontáveis aspectos e facetas, naturais e sociais, do subdesenvolvimento.&quot;]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:creator>
    <dcterms:source><![CDATA[Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol.  III, nº 2 , jul., 1963, pp. 252–279. ]]></dcterms:source>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais (Belo Horizonte, Brasil)]]></dcterms:publisher>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <em>Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento.</em> In: <strong>Revista Brasileira de Ciências Sociais III</strong>, nº 2, jul. 1963. pp. 252–279.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[O Poema de Parmênides: Tradução literal sobre o têxto grego, segundo Mullach]]></dcterms:title>
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    <dcterms:creator><![CDATA[Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:creator>
    <dcterms:source><![CDATA[Arquivos Históricos do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da UNICAMP. Coleção de Joaquim da Costa Ribeiro. ]]></dcterms:source>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Filosofia (FNF) da Universidade do Brasil ]]></dcterms:publisher>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <strong>O Poema de Parmênides: Tradução literal sobre o têxto grego, segundo Mullach</strong>. FNF Publicação do Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil [Internet]. 1951 Mar;11–5. Disponível em: http://www.cle.unicamp.br/arquivoshistoricos/JCRibeiro/Documentos/Impressos/I_158_red.pdf]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Considerações sobre a lógica do antigo estoicicismo]]></dcterms:title>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <em>Considerações sobre a lógica do antigo estoicicismo</em>. In: <strong>Revista da Faculdade Nacional de Filosofia</strong>, v. 1, 1949. pp.56–79.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Porque os ricos não fazem greve?]]></dcterms:title>
    <dcterms:creator><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro]]></dcterms:creator>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. P<strong>or que os ricos não fazem greve?</strong> Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira; 1962.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Projetos da Apostila de Arduino]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Projetos de Arduino  com diagrama de montagem física, lista de materiais e código fonte]]></dcterms:description>
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    <dcterms:title><![CDATA[FUNDAMENTOS DE PROGRAMAÇÃO E DE ELETRÔNICA COM ARDUINO]]></dcterms:title>
    <dcterms:description><![CDATA[Apostila de Arduino, contendo Projetos, Exercícios, Resoluções de Exercícios e Tutorial de utilização de simulador online]]></dcterms:description>
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Raphael Jardim Lopes]]></dcterms:creator>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ilustração do conceito de Amanualidade em Heidegger]]></dcterms:title>
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    <dcterms:description><![CDATA[A ilustração apresenta algumas das questões relativas ao conceito de Amanualidade segundo o filósofo alemão Heidegger.<br />
<br />
Desenvolvido em pesquisa de iniciação científica pelo PIBITI da PUCPR (Curitiba), com bolsa de estudos proveniente da Fundação Araucária.]]></dcterms:description>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[<p>GONZATTO, Rodrigo Freese; MERKLE, Luiz Ernesto (Orientador). Design de Interação e a amanualidade em Álvaro Vieira Pinto. 196 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia e Sociedade) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, 2014.</p>
<p>WINOGRAD, Terry; FLORES, Fernando. Understanding Computers and Cognition: A New Foundation for Design. Norwood, NJ: Ablex, 1987.</p>]]></dcterms:bibliographicCitation>
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<br />
Desenvolvido em pesquisa de iniciação científica pelo PIBITI da PUCPR (Curitiba), com bolsa de estudos proveniente da Fundação Araucária.]]></dcterms:description>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[<p>GONZATTO, Rodrigo Freese; MERKLE, Luiz Ernesto (Orientador). Design de Interação e a amanualidade em Álvaro Vieira Pinto. 196 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia e Sociedade) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, 2014.</p>
<p>VIEIRA PINTO, Álvaro. Consciência e Realidade Nacional. Rio de Janeiro: ISEB, 1960. 2 v.</p>]]></dcterms:bibliographicCitation>
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