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    <dcterms:title><![CDATA[Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Subdesenvolvimento]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[&quot;O conceito de subdesenvolvimento não encontrou ainda quem lhe tivesse dado a exata e completa definição porque, a nosso ver, não foi ainda estabelecida em têrmos rigorosos, e decidida, a questão prévia da via metodológica a trilhar para alcançá-la. É a êste aspecto do problema que desejamos dedicar as considerações que se seguem. O subdesenvolvimento dos povos que constüuem cêrca de quatro quintos da população da Terra sàmente se tornou objeto de análise quando, no curso do processo histórico comandado pela parte desenvolvida da humanidade, vivendo as etapas altas do regime capitalista, e uma fração importante tendo já atingido a fase máxima, imperialista, as áreas atrasadas conseguiram o suficiente suporte objetivo para adquirirem a consciência de sua situação. Só então começaram a sentir-se subdesenvolvidas, só então apresentaram a si próprias sua realidade como problema a exigir explicação e resposta. Não é preciso insistir em que as condições originadoras do surgimento dessa consciência de si dos povos atrasados foram determinadas pelo incremento da exploração de que eram vítimas por parte das nações capitalistas prósperas, especialmente aquelas que se encontravam no apogeu do poder imperialista. Como conseqüência das novas modalidades da espoliação que sofrem, os povos pobres emergem do torpor milenar e da servidão aparentemente natural, e começam a indagar das causas de sua pobreza e da espécie de relações a que se acham submetidos, na trama do processo econômico mundial. Qnando tal se. dá, por efeito de contraste, as nações periféricas e devastadas pelo imperialismo, passam a se conceber a si próprias como subdesenvolvidas e, inevitàvelmente, a buscar a explicação dêsse estado. Apresenta-se, desde então, o problema de conceituar o subdesenvolvimento, enfeixando na definição exata a essência dessa realidade objetiva, que constitui o modo de existência próprio de grande número de nações atuais, de tal maneira que nessa definição se contenham os incontáveis aspectos e facetas, naturais e sociais, do subdesenvolvimento.&quot;]]></dcterms:description>
    <dcterms:creator><![CDATA[Álvaro Vieira Pinto]]></dcterms:creator>
    <dcterms:source><![CDATA[Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol.  III, nº 2 , jul., 1963, pp. 252–279. ]]></dcterms:source>
    <dcterms:publisher><![CDATA[Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais (Belo Horizonte, Brasil)]]></dcterms:publisher>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <em>Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento.</em> In: <strong>Revista Brasileira de Ciências Sociais III</strong>, nº 2, jul. 1963. pp. 252–279.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Considerações sobre a lógica do antigo estoicicismo]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Lógica]]></dcterms:subject>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <em>Considerações sobre a lógica do antigo estoicicismo</em>. In: <strong>Revista da Faculdade Nacional de Filosofia</strong>, v. 1, 1949. pp.56–79.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Sciencias: a transmutação dos elementos]]></dcterms:title>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. <em>Sciencias:</em> a transmutação dos elementos. In: <strong>Revista do Brasil</strong>, agosto, 1938. pp.198–201.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Note sur la traduction de Platon, Timée 43 b]]></dcterms:title>
    <dcterms:subject><![CDATA[Tradução]]></dcterms:subject>
    <dcterms:description><![CDATA[Notas sobre a tradução de trecho de obra de Platão]]></dcterms:description>
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    <dcterms:source><![CDATA[Revue des Études Grecques, tome 65, fascicule 306-308, Juillet-décembre 1952. pp. 469-473.]]></dcterms:source>
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    <dcterms:title><![CDATA[Ideologia e Desenvolvimento Nacional]]></dcterms:title>
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    <dcterms:date><![CDATA[1960 (original), 2013 (facsímile)]]></dcterms:date>
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    <dcterms:relation><![CDATA[Resenha de MAIA, João Marcelo Ehlert. Projeto, democracia e nacionalismo em Álvaro Vieira Pinto: Comentários sobre “Ideologia e desenvolvimento nacional”. In. Revista Estudos Políticos, 2013. http://revistaestudospoliticos.com/wp-content/uploads/2013/10/6p330-336.pdf]]></dcterms:relation>
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    <dcterms:title><![CDATA[Porque os ricos não fazem greve?]]></dcterms:title>
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    <dcterms:bibliographicCitation><![CDATA[VIEIRA PINTO, Álvaro. P<strong>or que os ricos não fazem greve?</strong> Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira; 1962.]]></dcterms:bibliographicCitation>
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